Relação de Rodrigo Ramos com cúpula do PMN melhora e, por enquanto, vereador fica no partido

O clima entre o vereador de primeiro mandato Rodrigo Ramos e a cúpula do seu partido no Estado – leia-se Lídia Moura e Bala Barbosa – andou azedo, como todos hão de lembrar. O parlamentar não aceitou de jeito nenhum a adesão do partido ao governo do prefeito Romero Rodrigues (PSDB), entrando em rota de colisão com a direção da legenda.

Como não havia clima para seguirem todos juntos, Rodrigo já esperava a anunciada fusão do PMN com o PPS para tomar outro caminho, sem o risco de ser acionado na justiça pelo partido, mas, como a Mobilização Democrática afundou sob as diferenças insanáveis das duas siglas, tudo voltou à estaca zero.

Porém, o clima está mais ameno, tanto que, recentemente, o vereador ligou para Lídia Moura, presidente do PMN paraibano, a fim de dar os parabéns à jornalista por mais um aniversário. “Ela é uma amiga. Estávamos discordando em algumas ocasiões, mas, estamos conversando. Não confundo amizade com política. Sempre deixei claro que ela é uma amiga, mas discordávamos da adesão ao prefeito”, comentou Rodrigo.

O vereador disse que, se não for pressionado, continua nas hostes do PMN. “Temos uma convenção em setembro e, dependendo dos rumos do partido em 2014, se for discutido democraticamente, não tem problema nenhum de ficar. Só não aceito imposições. Se eu for respeitado, não tenho problema nenhum em ficar”, complementou.

De um jeito ou de outro, a pressão sobre Rodrigo Ramos parece ter diminuído naturalmente, afinal, Galego do Leite, que também é vereador pelo PMN, assumiu nas últimas semanas uma postura mais rígida na oposição ao governo, ficando, assim, do partido, somente o Sargento Régis no bloco governista.

Relembre alguns episódios de desentendimento entre o vereador e a cúpula do PMN:






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