"UM MISTERIOSO BARULHO NA NOITE" É

SELECIONADO EM CONCURSO NACIONAL

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Há certo tempo, venho atraído pela idéia de escrever contos, mas nunca concorri a nada. Outro dia, tomei conhecimento de um concurso de contos para caminhoneiros. Fã da dupla Pedro e Bino, achei o desafio de escrever um conto sobre a vida dos caminhoneiros atraente e, na manhã do último dia de prazo, meio que suando, terminei meu continho e mandei. Dizia o edital:

“O objetivo do concurso é descobrir, premiar e divulgar 20 (vinte) novos autores. O conto deve dar ênfase no cotidiano dos caminhoneiros, e baseado na premissa de que o publico leitor será constituído dos próprios caminhoneiros. A intenção é criar algo de fácil leitura, com temas bem humorados”.

Pois não fui um dos vencedores ?!!! (cof-cof – tossezinha de contista premiado.)

O resultado saiu hoje de madrugada... Pela ordem alfabética do título, meu nome foi o último a aparecer, bem quando eu já estava dizendo: “não queria mesmo...” (devia ter posto um título começando com “A”). Depois, comemorei – baixinho, que não é pra tanto e tem gente que vai trabalhar de manhã, inclusive eu!

Antes que alguém já pense em me pedir algum dinheiro antecipadamente emprestado, sai dessa! O prêmio é em livro (que, se não for obra de Paulo Coelho vale mais que dinheiro). Nós, os vencedores (cof-cof), teremos os contos publicados e receberemos alguns exemplares como prêmio.

Poucos exemplares, por isso só posso garantir o presente com autógrafo de um dos autores – (cof-cof) para as duas únicas pessoas que leram o humilde (exercício de modéstia) conto: meu irmão Márcio Santana, que profetizou que eu ganharia, e Victória Chalub – pra provar a dona Rute que eu também sou jornalista. Além desses, claro que os dos meus irmãos Marco e Dado (nunca dei nada a eles mesmo) estão assegurados. Agora, quando esse livro sai, não é comigo.

Quando puder, publico o conto vencedor (cof-cof) pra vocês.

Ariano Suassuna que se cuide! Meu plano de chegar à Academia Brasileira de Letras vai de vento em popa! Aliás, iria. Paulo Coelho pisou lá. Quero mais não. (cof-cof!)

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Falando sério: obrigado ao pessoal do Anjos de Prata.
E glórias ao Senhor: " Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém". (RM 11:36)