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Secretariado de Bruno: perfil de transição e pastas-chaves com homens de confiança


Dez dias após tomar posse como prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD) ainda não anunciou todos os ocupantes do primeiro escalão do seu governo. No entanto, pelo que já foi anunciado, fica claro que o gestor adotou uma linha com dois flancos.

No primeiro, nomes que podem ser definidos como de transição. São auxiliares que vieram do governo Romero Rodrigues e agora passarão pelo crivo do novo prefeito. Sim, porque não se espere que apenas o currículo dentro da gestão anterior seja requisito para consolidação nos cargos dentro da atual.

Ocorre que, sendo aliado do ex-prefeito e tendo encontrado a prefeitura em excelentes condições, não faria sentido Bruno desmanchar tudo e recomeçar do zero. Mas, o ano será experimental para o governo e os nomes considerados de transição precisarão mostrar afinidade com o novo prefeito – que é aliado e sucessor de Romero, mas não é Romero.

No segundo flanco, Bruno Cunha Lima escolheu figuras de sua estrita confiança pessoal. O destaque, nesse caso, vai para dois nomes com o mesmo sobrenome: Gilbran Asfora na chefia de Gabinete e Raymundo Asfora Neto na Secretaria de Educação.

Os dois advogados são extremamente próximos de Bruno, que certamente precisava de secretários com este perfil em uma pasta que é diretamente conectada com a chefia do executivo (o gabinete) e outra que foi o epicentro de uma turbulência tão grave quanto a Famintos. É dizer que Bruno simplesmente não podia arriscar nestas indicações – e não arriscou.

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