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Ana Cláudia lidera e Bolinha é o segundo no uso do fundo partidário em Campina Grande


A menos de dez dias para o primeiro turno das eleições 2020, os dados públicos da Justiça Eleitoral apontam que os candidatos a prefeito de Campina Grande já receberam, juntos, mais de R$ 5,5 milhões, montante que é majoritariamente oriundo de repasses do fundo partidário (R$ 5,1 milhões), ou seja, dinheiro público que será gasto pelos candidatos em suas campanhas.

Esse montante deve subir até o dia 15, data do primeiro turno. O teto de despesas para cada prefeitável em Campina Grande este ano é de R$3.981.974,79. A seguir, o blog relaciona as receitas dos seis concorrentes, pela ordem de recebimento de recursos do fundo eleitoral.

1º - ANA CLÁUDIA - Mais de R$ 1,8 milhão

De acordo com os dados disponíveis e atualizados até esta sexta-feira, 06/11, Ana Cláudia (Podemos), da coligação “Novos tempos, novas soluções”, somava um total de receitas da ordem de R$1.816.154,00, dos quais 99,8% (R$ 1.814.154,00) provenientes de recursos partidários.

Segundo o detalhamento, R$ 884 mil, vieram da direção estadual do Podemos; R$500 mil foram provenientes de doação da direção nacional do DEM, partido do vice de Ana, Sargento Wellington; R$ 400 mil, foram doados pela direção nacional do Podemos; R$ 30 mil, da direção estadual do PTB (legenda aliada), e somente R$ 2 mil, ou seja, 0,1%, teve origem em doação de particular.

2º - ARTUR BOLINHA - R$ 1,3 milhão

Artur Bolinha, do PSL (coligação “Povo forte, cidade livre”), é o segundo com maior uso dos recursos do fundo eleitoral. Ele tem receitas de R$ 1.312.000,00, sendo 99% (exatamente R$ 1,3 milhão) oriundos de recursos do fundo. R$ 1 milhão foram disponibilizados pela direção nacional do PSL, enquanto outros R$ 300 mil, pela direção estadual do partido. Apenas R$ 8 mil (0,6%) vieram de doação de pessoas físicas e R$ 4 mil (0,3%), de recursos próprios.

3º - BRUNO CUNHA LIMA - Mais de R$ 1 milhão

Bruno Cunha Lima (PSD), da coligação “Campina rumo ao futuro”, soma recursos totais de R$1.382.000,00 até esta sexta, 06. Desse montante, R$ 1.040.000,00 (75,2%), provenientes do fundo partidário, sendo R$ 575 mil oriundos do diretório estadual do Progressistas, legenda do seu vice, Lucas Ribeiro, além de R$ 400 mil da direção estadual do PSD, seu partido, e R$ 65 mil do diretório nacional da legenda. As doações de pessoas físicas representam 24,7% das receitas de Bruno.

4º - INÁCIO FALCÃO - R$ 900 mil

Inácio Falcão, do PC do B (coligação “Campina tem jeito”), totaliza até esta sexta-feira receitas da ordem de R$ 936.100,00, das quais R$ 900 mil (96%) oriundas dos recursos do fundo partidário; apenas R$24.300 (2,6%) vieram de doações de pessoas físicas, e R$ 11.800 (1,2%) de recursos próprios. Inácio recebeu R$ 700 mil do diretório nacional do Partido Comunista do Brasil, sua legenda, e R$ 200 mil da direção estadual do MDB, partido da sua vice, Doutora Tatiana.

5º - OLIMPIO ROCHA - R$ 51 mil

As receitas de Olimpio Rocha (PSOL), da coligação “Campina merece ser grande”, totalizam R$66.123,59, dos quais R$ 51.173,59 (ou seja, 77,3%), com origem no fundo partidário. R$ 5 mil (7,5%) são de recursos próprios e R$5.420,00 (8,2%) de financiamento coletivo. Olimpio recebeu R$30.998,84 da direção estadual do seu partido e R$20.174,75 do diretório nacional do PSB, legenda da vice, Sheyla Campos.

EDMAR OLIVEIRA - Zero

O candidato do Patriota, Edmar Oliveira, que está em conflito aberto com a direção municipal e estadual da legenda e a candidatura indeferida (com recurso), não declarou receitas ou despesas à Justiça Eleitoral.

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