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Médica e vice-governadora, Lígia mostra na crise o tamanho que (não) tem

Imagem: Francisco França (Secom) 

As crises revelam o tamanho das lideranças. Lígia Feliciano é vice-governadora da Paraíba – pelo segundo mandato consecutivo – muito mais por um destes incidentes da conveniência política e partidária do que por méritos ou relevância pessoal que justifiquem sua posição. Foi inexpressiva quando vice de Ricardo Coutinho e agora, à sombra de João Azevedo, sumiu de vez.

Se em tempos de normalidade e bonança, a vice de Campina Grande já revelava o tamanho real que tem, sendo praticamente um elemento neutro no Governo da Paraíba, a crise terrível gerada pela pandemia só reafirmou esse perfil. Aliás, não apenas de Lígia, mas do deputado federal Damião Feliciano, marido da vice-governadora, e do filho secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico do Estado, Gustavo Feliciano.

A família, que controla com mão de ferro o PDT, soube crescer de modo impressionante na política estadual, superando outros clãs muito mais articulados e políticos bem mais expressivos no contexto (medíocre) paraibano. Não revelou, porém, o mesmo talento para uma atuação mais útil ao estado e, principalmente, Campina Grande e região.

Lígia, assim como Damião e Gustavo, são figuras simpáticas, educadas, de fino trato e, ao contrário do que sua atuação pode transparecer, qualificadas. Mas, mesmo assim, irrelevantes – quando mais poderiam e deveriam ser úteis.
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Ela como vice-governadora, ainda mais médica e, portanto, conhecedora da saúde. Damião também médico e assentado na Câmara Federal. Gustavo na posição estratégica de uma secretaria tão importante para um instante em que a economia é ferida de morte pela crise da pandemia.

A vice, embora de Campina Grande, apenas apareceu de relance nas fotos da visita do governador ao Hospital de Clínicas, nesta sexta-feira. Apareceu em segundo plano. Quase, por sinal, não aparecia. E sua ausência, por ser regra, sequer seria notada...

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