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Contrariando lei e ameaça de multa, CG tem noite de fogueiras e fumaça


Muita gente em Campina Grande decidiu ignorar os apelos das autoridades em saúde e até mesmo o decreto municipal e a lei estadual que proíbem o acendimento de fogueiras este ano por causa da pandemia. Para muitos, a tradição da noite de São João, mesmo com o impacto do coronavírus sobre a normalidade da vida, falou mais alto.

Mais alto, inclusive, do que a promessa das autoridades de que fiscalizariam a prática, principalmente nesta terça e quarta-feira, respectivamente véspera e dia de São João, aplicando a multa prevista na lei estadual sancionada pelo governador João Azevedo, que é superior a R$ 500 para quem decidir acender fogueira.

Em geral, quem ignorou as normas contrárias não acredita que essa fiscalização vá ocorrer. Pela manhã, a comandante da Polícia Ambiental, major Luciana Firme, assegurou à Campina FM que um grupo de trabalho formado pela PM, Corpo de Bombeiros e secretarias de Meio Ambiente do Município e do Estado estariam nas ruas.

RISCO À SAÚDE

Apesar de muita gente ignorar ou não acreditar nos efeitos da fumaça produzida pelas fogueiras à saúde das pessoas, médicos ouvidos pela Campina FM confirmaram que a poluição gerada tem alto potencial para agravar o quadro de pacientes que estão com coronavírus.

De acordo com os médicos, pacientes com um quadro leve da doença e que estão em tratamento domiciliar poderão ter um perigoso agravamento da insuficiência respiratória. Argumentos que não são suficientes para quem faz questão de não abdicar da tradição.

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