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"Cidade dos estudantes" fica sem aulas a partir desta quarta-feira


Os saudosistas ainda chamam Campina Grande de “capital do trabalho”, apesar de nossa economia não mais fazer jus à designação. Ronaldo Cunha Lima criou a história de que a gente faz o maior São João do Mundo. Mas a Rainha da Borborema, Vila Nova da Rainha, é mesmo a cidade dos estudantes.

Junte a massa de alunos que frequentam diariamente a Universidade Estadual da Paraíba, a Universidade Federal de Campina Grande, o Instituto Federal da Paraíba, as quase incontáveis faculdades e universidades privadas e o resultado será uma “urbe” maior que a absoluta maioria dos municípios do estado.

Agora, some ainda os cursos técnicos e a rede pública e privada do ensino médio e fundamental, e veremos facilmente que boa parte das almas que vivem ou passam por esta cidade diariamente tem como principal atividade cotidiana estudar.

Eis que a partir desta quarta-feira, 18, por força da contingência imposta pela pandemia do coronavírus, todo esse gigantesco sistema de educação estará paralisado, em espécie de férias completamente fora do tempo, deixando Campina Grande parcialmente paralisada.

Nesta terça-feira, o governador João Azevedo anunciou a suspensão das aulas na rede estadual. O prefeito Romero Rodrigues anunciou a suspensão das aulas na rede pública e privada. As instituições de ensino superior decidiram parar até 12 de abril.

Decisões necessárias, sensatas. E ainda assim, um castigo.

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