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Vendas de Natal cresceram 4,5% e mantêm comércio otimista, afirma CDL



Da assessoria

O ano de 2019 ainda não terminou, mas os lojistas já comemoram o aumento das vendas no comércio no período das festas natalinas comparado ao mesmo período do ano passado. Entre os empresários, há a confiança para que as vendas continuem crescendo nos últimos dias do ano e atinjam a projeção lançada no início do mês.

De acordo com o levantamento parcial realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas - CDL Campina Grande, até a tarde do dia 24 de dezembro as vendas no varejo campinense já eram 4,5% maiores que as realizadas no Natal de 2018. O percentual anima e confirma as projeções dos lojistas, que já tinham a expectativa de crescimento em 5% nas vendas de Natal e Ano Novo, juntas.

Na avaliação do presidente da CDL, Artur Almeida, o resultado que vem sendo obtido neste mês de dezembro é reflexo da recuperação da economia no segundo semestre do ano, dada a agenda econômica positiva que o país tem apresentado. “A região Nordeste, apesar de sentir com menor intensidade os efeitos da recuperação econômica, tem apresentado bons índices desde os meses de outubro e novembro. Aqui em Campina Grande, isso pode ser comprovado com a geração de empregos no varejo, que também voltou a crescer”. Disse o dirigente lojista.

Se depender do levantamento feito pela  Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) o percentual de vendas deve continuar subindo até a próxima terça-feira (31). É que segundo os dados, mais da metade (54%) dos consumidores pretende comprar alguma peça de roupa, sapatos ou acessórios para festejar a chegada de 2020 —número que chega a 59% entre as mulheres. Os gastos com as compras e celebrações do Réveillon, como viagens, ceia, clubes, saídas a bares ou restaurantes, deverão ser, em média, de R$ 321,57, embora 39% ainda não tenham se decidido sobre quanto vão desembolsar.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, ressalta que esse movimento deve impulsionar o comércio com as compras de roupas e produtos para o Ano-Novo. “Além de os dias pós-Natal serem um período em que muitos consumidores realizam a troca de presentes, os varejistas têm a chance de aproveitar o momento para gerar novas compras”, afirma a economista.

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