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Vereador critica tratamento "conforme a ocasião" dentro do MDB


Questionado durante entrevista ao Jornal do Meio-Dia da Campina FM sobre como enxerga a possibilidade de seu partido, o MDB, importar de outra legenda um nome para a disputa majoritária das eleições do ano que vem, o vereador Olimpio Oliveira, que é pré-candidato a prefeito mas não parece ter visto seu objetivo ganhar eco dentro da legenda, disse que não coloca objeções, porém cobrou ser ouvido pela direção partidária.

Olimpio ironizou a diferença de tratamento a ele dispensado pelo comando emedebista conforme a circunstância. “Nas horas difíceis, você dialoga, né? Na hora que você precisa de alguém para ir para o sacrifício, para lançar uma candidatura, por exemplo, a deputado estadual sem estar nos seus planos, mas para salvar os mandatos do partido, você chama, você leva em casa, dialoga, oferece pão-de-ló com chá e café”, disse.

“Nessas horas você se lembra de chamar. Mas, é importante que se chame também na hora de tomar as decisões importantes do partido para que a gente não se sinta usado e para que a gente possa se sentir parte das decisões”, complementou o vereador, num tom bastante incisivo, embora com a voz moderada de costume.

Sobre os planos de concorrer ao Palácio do Bispo, Olimpio Oliveira ponderou que se trata de uma ideia e não, nas suas palavras, “um projeto de vida”, ou seja, uma fixação pessoal.

Apesar de ter no vereador um pré-candidato, o MDB de Campina Grande estaria em busca de outros nomes, inclusive entre não integrantes da legenda. Uma das preferências seria pelo ex-deputado estadual Bruno Cunha Lima, atualmente chefe de gabinete da prefeitura.

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