Entrega do Aluízio Campos poderá ser adiada, confirma Romero à Campina FM


O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, confirmou em primeira mão ao Jornal do Meio-Dia da rádio Campina FM nesta segunda-feira, 23, que deverá ocorrer o adiamento da entrega das 4.100 unidades habitacionais do complexo Aluízio Campos, até então prevista para acontecer no dia 11 de outubro, data do aniversário de emancipação política da cidade.

Segundo o prefeito, o problema é de caráter burocrático em relação ao processo de parte dos beneficiados junto ao Banco do Brasil, envolvendo aspectos que não tem qualquer ligação com a obra em si e seriam, portanto, alheios à esfera de atuação da gestão municipal.

“A PMCG tem feito um esforço sobre-humano para tentar cumprir com a exigência burocrática por parte do Banco do Brasil. Ainda estamos trabalhando com essa data, mas contando com algumas dificuldades. Do ponto de vista de engenharia civil e da construção, está tudo absolutamente pronto”, relatou o prefeito.

“Ocorre que o Banco do Brasil, para preparação dos contratos, exige um período. E, para permitir a contratação, existe também a necessidade de que a gente consiga viabilizar a averbação junto ao cartório de imóveis que, por si, exige que a CND (certidão negativa de débitos), em relação àquela obra específica, esteja com a certidão negativa que depende da Receita Federal. A construtora, inclusive, já deu entrada nessa documentação, que a receita não liberou ainda”, esclareceu ainda.

De acordo com Romero, além disso, alguns contemplados estão com problemas de inadimplência na conta de água e de luz, tendo havido recomendação, por parte da PMCG, para que procurem negociar com a Cagepa e a Energisa. “Foram mais de 1.000 pessoas atingidas por esse problema”, contou.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, havia confirmado presença na cidade para a solenidade de entrega. “A agenda, em relação ao dia 11, está mantida. A dificuldade agora é saber se a gente vai conseguir vencer essas dificuldades por parte do Banco do Brasil, que tem ainda a dificuldade de gerar 4.100 contratos. Não está ainda descartado o dia 11, mas fica cada vez mais apertado. E havendo mudança, a gente vai ter que repactuar tudo em relação à agenda do presidente”, asseverou.

Maiores detalhes sobre o possível adiamento serão trazidos na edição desta terça-feira, 24, do Jornal Integração.

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