TRF5 nega habeas corpus e Renan Maracajá continuará preso


O desembargador Rogério Fialho Moreira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, negou nesta sexta-feira, 30, o habeas corpus requerido pela defesa do vereador Renan Maracajá, que está preso desde o último dia 22 no âmbito da segunda fase da “Operação Famintos”, que investiga um suposto esquema de fraudes em licitações para a merenda escolar em Campina Grande.

O parlamentar, que foi o mais votado da cidade nas eleições de 2016, quando disputou pela primeira vez o cargo, é apontado pelo Ministério Público Federal como integrante da organização criminosa, atuando por meio de laranjas – dentre eles seu chefe de gabinete na Câmara Municipal, André Lacet, que foi alvo de prisão temporária na segunda fase da operação, mas está em liberdade.

Por possuir nível superior, Renan Maracajá encontra-se cumprindo a prisão preventiva (que não tem prazo), em João Pessoa, na Penitenciária de Segurança Média Juiz Hitler Cantalice, que fica no bairro da Mangabeira. Ele e outros 15 membros do chamado núcleo empresarial do esquema foram indiciados pelo Ministério Público Federal.

Esta semana, o vereador pediu licença de quinze dias do mandato na Câmara Municipal de Campina Grande. A defesa assegura que Renan é inocente e entende que essa condição será comprovada no curso do processo. O advogado do vereador deverá recorrer da decisão.

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