Preso, vereador tira licença de quinze dias da Câmara Municipal


O vereador Renan Maracajá (DC), preso na última quinta-feira, 22, no âmbito da segunda fase da Operação Famintos, apresentou pedido de licença de quinze dias à Câmara Municipal de Campina Grande. Como o prazo requisitado de afastamento é curto, inferior aos 121 dias previstos no regimento interno da CMCG, não haverá o chamamento do suplente, Gildo Silveira.

Gildo, por sinal, estava respondendo interinamente pela Secretaria de Educação do Município desde a saída de Iolanda Barbosa, que chegou a ser presa na primeira fase da operação, mas nesta segunda-feira o prefeito Romero Rodrigues nomeou o novo titular da pasta, Rodolfo Gaudêncio, que é advogado e já trabalhava na Seduc. Com a mudança, Gildo volta ao cargo de secretário adjunto de Educação.

A prisão de Renan também afeta a CPI dos Combustíveis da Câmara Municipal. Segundo o presidente da comissão, Alexandre Pereira (PHS), foi apresentado pedido à presidente do legislativo, Ivonete Ludgério, para que sejam indicados dois novos nomes para compor o grupo de trabalho, que já havia registrado a saída de Márcio Melo (DC).

Nesta terça-feira, chegou ao fim o prazo da prisão temporária de quatro investigados na “Famintos”. Como não houve prorrogação, os suspeitos foram colocados em liberdade, entre eles André Nunes de Oliveira Lacet, chefe de gabinete de Renan na CMCG e apontado como “laranja” do vereador.

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