Oferecendo muito além dos remédios, farmácias crescem mais de 10% em Campina Grande


Na contramão da crise que afeta a economia nacional e provoca retração generalizada, e enquanto portas de estabelecimentos se fecham em Campina Grande, um setor tem crescido a olhos vistos na cidade: o de farmácias. Andando pelas ruas, o consumidor percebe esse crescimento, com abertura de novas lojas – não raro porta a porta com concorrentes – e a chegada de novas redes nacionais.

“O mercado farmacêutico no Brasil tem conseguido evoluir e, felizmente, crescer na faixa de 9,5%, nacionalmente falando. Campina Grande já é uma realidade até um pouco melhor, cresce na faixa de 10,5%”, revelou o presidente do Sindicato das Farmácias, Neilton Neves, em conversa com a reportagem da Campina FM.

Mas, quais fatores têm levado o setor a esse desempenho? “É um setor que não sofreu muito nos últimos anos com a crise que o país tem enfrentado porque é um mercado que também tem buscado cada vez mais evoluir e se transformar. Nesse momento exato estou na China, junto das 27 maiores redes de farmácias do Brasil, buscando o que tem de melhor em atenção farmacêutica”, diz Neilton.

Loja de conveniências

O empresário explicou que a expansão das grandes redes e sua interiorização faz parte de uma estratégia nacional do segmento, em busca de um mercado que cresce. “Hoje há fundos que saíram de outras áreas e passaram a investir em redes de farmácia”, frisa.

“São farmácias diferentes, inovadoras, que buscam ter um mix de produtos diferenciados, de perfumaria, de suplementos, ou seja, não se restringem ao medicamento. A farmácia hoje é uma grande loja de conveniências e isso é o diferencial que fez o mercado crescer”, avalia Neilton.

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