Polêmica: Estado anuncia ordem de serviço para extensão da João Suassuna em 20 dias


Campina Grande verá a reedição de uma inusitada queda de braço entre a prefeitura e o Governo do Estado, que se iniciou ainda no período da campanha de 2014, quando os dois entes passaram a disputar quem realizaria a obra de extensão da rua João Suassuna, interligando a artéria ao bairro de Bodocongó.

Nesta quarta-feira, a superintendente da Suplan, Simone Guimarães, informou durante entrevista ao Jornal Integração, da Campina FM, que o Estado vai tocar a obra, segundo ela paralisada pela PMCG. E mais, de acordo com Simone, o serviço não deve demorar para ter início.

“A obra já está em fase de habilitação e de documentação. Nós vamos abrir as propostas e deveremos ter um vencedor nesses próximos dias. A ordem de serviço da João Suassuna deve estar saindo no máximo em vinte dias. Vai melhorar a mobilidade, o acesso ao Hospital da FAP e à UEPB, por exemplo”, ponderou.

De acordo com a superintendente, para que o serviço seja executado, é preciso que o governo municipal autorize. “A prefeitura precisa dar a autorização e essa documentação a gente está aguardando. Vamos conversar e ver o que a gente consegue, mas ela (a PMCG) tem que dar. Não é uma autorização para nós fazermos, porque podemos fazer, mas tem que dar a certidão que nos autoriza a fazer aquela obra, que é um benefício para a população de Campina”, disse.

“A obra era para ser de responsabilidade da Prefeitura Municipal de Campina Grande de executá-la, e não do Estado. Estamos entrando numa área que não é de nossa competência legal, é da prefeitura. Mas, sim, podemos fazer”, complementou.

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