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“Fantasma” de Eduardo Campos vira assombro para a quase intocável hegemonia petista

Assustados com os últimos encaminhamentos, que conduzem à candidatura de Marina Silva à Presidência da República, substituindo o ex-governador pernambucano Eduardo Campos, que morreu na última quarta-feira, 13, setores da mídia (sobretudo, por ora, na internet) “simpáticos” ao PT já têm tratado de trabalhar os ataques à provável candidata.

Mais que isso, num discurso previsível, buscam desde já minimizar o impacto que a candidatura do PSB, no vácuo da tragédia de Santos, manifesta, com uma Marina ainda mais forte do que em 2010, agora com o “apoio” da mensagem de um Eduardo Campos muito vivo.

Aquele Eduardo que apregoava a necessidade de mudança urgente e que deixou, como última mensagem, uma conclamação: “Não vamos desistir do Brasil”. Aliás, vivo, talvez Eduardo Campos não conseguisse vencer o PT. Morto, é possível que Eduardo Campos consiga derrotar o PT.

E é por conta desse quadro que os lulistas adotarão, dentre outras armas, duas bem evidentes. A primeira, a tentativa de mostrar-se amigável à memória de Eduardo Campos, rememorando, por certo, sua trajetória anterior como aliado. A segunda, atacar o “uso” da imagem do ex-governador na campanha de Marina.

Para um partido que já admitiu publicamente que pode-se fazer até “o diabo” para ganhar as eleições, o PT é cheio de pruridos quando se trata de tentar refrear discursos de adversários – ainda que por demais legítimos. Era e é de se esperar, portanto, a começar pelas redes sociais – onde o partido da estrela investe pesado – uma verdadeira campanha cheia de suposta veemência ética e moral, condenando a utilização do nome e da memória do falecido Eduardo em campanha política.

No entanto, convém lembrar que o PT já havia iniciado o processo de linchamento moral do socialista – o que Romeu Tuma Jr. chama de “assassinato de reputações”. É só rememorar o ataque vil publicado na página do partido no Facebook em janeiro, quando o então pré-candidato foi pesadamente atacado, sendo classificado, dentre outros termos, como “playboy mimado”, “tolo” e “sem projeto, sem conteúdo e sem compostura política”.

Sobre isso, cabe questionar, então, o que é realmente feio, terrível e repugnante: Buscar levar adiante o legado e o discurso que uma liderança política em ascensão morreu anunciando com veemência? Ou tentar destruir moralmente um político, pai de família e ex-aliado, apenas porque este resolveu seguir um rumo próprio?

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