Sete notas de sexta


1. Ameaça a quem?

A suposta ameaça do senador Vital do Rêgo, de que, caso não seja nomeado ministro, poderá apoiar uma eventual candidatura do também senador Cássio Cunha Lima (PSDB) ao Governo do Estado (informação de O Globo), foi assim recebida por um tucano campinense: – Isso é uma ameaça a Dilma ou a Cássio?

2. Na disputa

Num período em que todos os interessados negam peremptoriamente que estejam pensando na sucessão da mesa diretora da Câmara Municipal, Marinaldo Cardoso (PRB) assume não apenas que sonha com a presidência como, inclusive, que já trabalha para fortalecer sua candidatura. E é um nome a ser considerado.

3. Sabor

O presidente do PSB de Campina Grande, professor Fábio Maia, vai se aventurar no mundo da televisão, apresentando o “Degustando conversas”, na TV Borborema. O tempero, claro, só poderá ser político.

4. Concorrido

Israel dos Santos, figura conhecida nos bastidores políticos de Campina Grande, que resolveu ser candidato em 2012 e, sem um centavo ou a mínima estrutura, obteve 847 votos, deverá ser disputado pelos candidatos a deputado estadual da cidade.

5. Credo!

Tem armação de briga pelo poder no interior de denominações religiosas com vistas ao pleito de 2014 que, de tão baixas, fariam até o diabo corar.

6. Incêndio

Temas de bastidores poderão por fogo nas discussões logo na volta dos trabalhos da Câmara Municipal de Campina Grande. Os vereadores continuam de recesso até o dia 20 de fevereiro.

7. Dança das cadeiras

O vereador Hércules Lafite assume o comando do PSC municipal e poderá ocupar o espaço aberto pelo correligionário Guilherme Almeida quando este deixar a Secretaria de Agricultura para voltar à Assembleia Legislativa. Não, necessariamente, na mesma pasta, mas no primeiro escalão. É o que se diz nos corredores da Casa de Félix Araújo. Assim, o primeiro suplente Aldo Cabral (PCdoB) assumiria o mandato na Câmara, apoiando a reeleição de Guilherme.

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