Alexandre do Sindicato emite nota de repúdio a declarações de Cassiano Pascoal e fustiga ex-vereador


Veja a nota, na íntegra:

Fomos surpreendidos, na manhã deste sábado, 28, pela agressão gratuita, disfarçada de discurso avaliativo, perpetrada pelo jovem Cassiano Pereira Pascoal, vereador na legislatura passada nesta cidade, que, numa importante emissora de rádio, tratou nossa atuação parlamentar como “pífia” e nos acusou de copiar projetos de sua autoria.

Nossa surpresa, na verdade, fica por conta da gratuidade do ataque, mas não pelo ataque em si, tendo em vista que a conduta infantil e irresponsável é a marca do ex-vereador e o único legado de sua passagem pela Câmara Municipal. A raiva descontrolada do senhor Cassiano, contudo, se explica. 

Trata-se da total indisposição de alguém que nada conseguiu por méritos próprios na vida, mas sim pelo sobrenome que carrega (inclusive o mandato, conquistado sob a tutela familiar), de aceitar que um homem humilde, de origem muito pobre, que venceu na vida pela força de suas mãos calejadas e a fé em Deus, não apenas se eleja vereador como termine o primeiro ano de mandato com a maior produção da Casa. Isso fere de morte o orgulho de quem vive de orgulho sem ter nada próprio de que se orgulhar.

Cabe esclarecer, ainda:

1. Sobre a “acusação” de que copiamos projetos de autoria do ex-vereador, a infantilidade ultrapassa as raias do ridículo e qualquer pessoa pode constatar a mentira analisando os dados que são disponibilizados no portal da Câmara, no endereço http://camaracg.com.br/leis-e-requerimentos/, comparando a atuação do ex-vereador e a nossa. Em quatro anos, Cassiano Pascoal apresentou um total de 197 proposituras, média inferior a 50 por ano, enquanto Alexandre do Sindicato, em um ano, propôs 509. 

Em termos de projetos de lei, os números são ainda mais pífios. Enquanto nós, em um ano, propomos 61, Cassiano Pascoal, em quatro anos, apresentou apenas 30 e, ainda assim, boa parte apenas dando nomes a logradouros (inclusive ao chão do Parque do Povo!) e outros concedendo títulos de cidadania campinense a parentes. Nem mesmo o fato de ter se licenciado por um período para assumir cargo no secretariado do governo (secretariado que, depois, ele atacaria violentamente, sob a proteção covarde das redes sociais) justifica atuação tão pífia. Quem quiser comparar os projetos verá quem tem/teve um mandato pífio.

2. Pífia, vergonhosa e pueril foi toda a conduta deste jovem antes, durante e após os quatro anos de seu mandato. Quem acompanha o dia a dia da Câmara conhece as molecagens praticadas pelo então vereador, por exemplo, nas reuniões do Salão Azul ou mesmo em plenário, como quando agrediu as duas vereadoras mulheres da legislatura, afirmando que as mesmas davam “piti” durante as sessões. De resto, não há nada de relevante na atuação desqualificada desse rapaz no legislativo municipal.  

3. O mandato do ex-vereador foi tão pífio e seu comportamento tão desqualificado que, em 2012, mesmo sendo o candidato do seu grupo com o maior apoio, com estrutura extremamente superior as de todos os demais do seu agrupamento, foi vergonhosamente derrotado nas urnas, numa votação que, para as dimensões da sua soberba e o tamanho da estrutura que tinha, pode ser considerada plenamente pífia. Resultado de um mandato pífio, de um vereador eleito por mérito de terceiros e que foi pífio como parlamentar, é pífio como político e, principalmente, pífio como ser humano.

Por fim, registre-se que, a despeito de nossa origem humilde e a despeito de o ex-vereador estar acostumado a agredir impunemente a honra e a dignidade das pessoas, não tememos lidar com a arrogância desse rapaz, não nos intimidamos pelas suas origens em berço de ouro e nem tampouco seremos mais um a passar a mão na cabeça desse “menino”. Nossa produção legislativa é fruto das inúmeras demandas que recebemos da população, meio ao qual estamos plenamente ligados, por nossa história de vida e nossa predisposição. 

Não se poderia esperar o mesmo de quem teve tudo nas mãos e nunca conquistou nada por mérito ou qualidade, por quem desconhece a realidade da cidade e, embora adulto, vive sob tutela familiar, fazendo birra quando não consegue ter algo que deseja. Em suma, o cidadão campinense pode constatar que as declarações de Cassiano Pereira Pascoal foram desequilibradas, pueris, eivadas de raiva e preconceito e, sobretudo, mentirosas. Muito mais poderia ser dito sobre a conduta do ex-vereador, em detalhes muito mais profundos. Mas, há momento e lugar para tudo e quem não é menino sabe como agir e reagir.

Campina Grande, 28 de dezembro de 2013

Alexandre do Sindicato
Vereador/Presidente do PROS

Compare os projetos:

- Projetos de Lei Ordinária de Alexandre do Sindicato em 2013: clique AQUI
- Projetos de Cassiano Pascoal em quatro anos: clique AQUI

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Fonte: Assessoria

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