Wilson Santiago rejeita pecha de algoz de Cássio e diz, sobre 2014: “Eu não jogo pedra na Lua”

Pouco antes da solenidade de filiação dos novos membros do PTB da região de Campina Grande, o ex-senador Wilson Santiago, presidente estadual da legenda, avaliou o cenário para as eleições do ano que vem como “indefinido”.

Questionado pelo blog sobre a aversão de alguns aliados do senador Cássio Cunha Lima, que o classificam como algoz do tucano, por ter ocupado "sua" cadeira no Senado enquanto o julgamento da validade da Ficha Limpa para o pleito passado não chegava a um deslinde, Santiago afirmou que a acusação não é justa.

“O próprio Cássio já disse que não (é justo). Eu assumi o Senado em decorrência da impossibilidade dele. Poderia ser Wilson Santiago, poderia ser Efraim Morais ou qualquer um outro, desde que tivesse obtido a votação necessária para ocupar o cargo. Não existe nenhuma relação de divergência nesse ponto, até porque eu não fui autor da ação, que veio de outros partidos e do Ministério Público e o próprio Cássio declarou isso por mais de uma vez”, respondeu Santiago.

A respeito das eleições do ano que vem, o petebista confirma a intenção de voltar a disputar uma cadeira no Senado, mas garante ter os pés no chão. “Eu pretendo participar da chapa majoritária, agora, o momento e o tempo é que vão decidir. Não sou de jogar pedra na Lua. Sou de pisar no chão firme e com isso planejar o futuro, concretizar os objetivos”, ponderou.

Durante a solenidade, assinaram as fichas de filiação ao PTB o ex-vereador campinense Fernando Carvalho, que vai presidir o partido na cidade, o deputado estadual Doda de Tião e o ex-vereador e ex-deputado federal Walter Brito Neto, dentre outros nomes de menor expressão.

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