Presidente do Ipsem apresenta evidências robustas ao negar uso de reserva para folha da ativa

O presidente do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais de Campina Grande (Ipsem), Vanderlei Medeiros, apresentou argumentos seguros e evidências robustas ao desmentir, através da Coordenadoria de Comunicação da PMCG, a informação que circulava na cidade dando conta de que cerca de R$ 2 milhões da reserva do órgão teriam sido resgatados para complementar a folha de pessoal da ativa.

A mais importante prova foi a ata da reunião, subscrita por um vereador da oposição à gestão municipal, Tovar Correia Lima (PSDB), e pela representante do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab), Janilde Cordeiro Dantas.

Seria completamente ilógico (até para a ilógica política campinense) que o parlamentar oposicionista e até a representante dos servidores concordassem com uma decisão de retirar (ainda que por empréstimo) recursos da reserva da previdência municipal para complemento da folha.

Vanderlei explicou que o resgate foi feito para inteirar a folha dos inativos, o que, de acordo com ele, é perfeitamente normal. “O resgate ocorreu para o pagamento dos aposentados e pensionistas do próprio instituto. É uma operação absolutamente normal. As reservas do instituto existem para operações como esta”, justificou.

Por fim, o presidente do Ipsem ainda garantiu que tem em mãos e ao dispor de quem quiser conferir os extratos que confirmam o destino dos recursos resgatados. “Os extratos bancários da conta do Banco do Brasil, de onde saíram os recursos e a conta de pagamento de aposentados e pensionistas no Bradesco, para onde os recursos foram transferidos, estão à disposição de todo e qualquer cidadão que possa ter qualquer dúvida”, afirmou.

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