PC do B: Marlene Alves afirma que liberar filiados não é assumir neutralidade

A professora Marlene Alves, reitora da Universidade Estadual da Paraíba, disse hoje, durante coletiva, que, ao liberar filiados para seguirem o caminho que desejarem nesse segundo turno, o PC do B não está adotando uma postura neutra. A decisão foi tomada após reunião na noite anterior.

“Não existe neutralidade na vida. Nenhuma posição de ninguém, nenhum ato do ser humano na sua existência é neutro. Não é só uma questão conceitual, não é eufemismo. O que nós estamos colocando é que decidimos pela liberação da militância. O partido, em si, não se posiciona nem pela candidatura A nem pela candidatura B”, ponderou Marlene.

A reitora continuou seu raciocínio argumentando que é preciso reconhecer que os dois candidatos que seguem na disputa foram conduzidos por decisão democrática manifestada nas urnas. “Entendemos que o processo foi democrático. O segundo turno é outra eleição, com dois candidatos escolhidos pelo povo de Campina Grande. Não usamos a palavra neutralidade porque não há neutralidade. Liberamos para que os militantes, de acordo com a sua consciência, escolham”.

Marlene ainda lembrou que a liberação não vale para todos os comunistas. “Ao corpo de dirigentes a gente pede para não ser ostensivo, porque essa é a posição do partido. É uma liberdade para militantes e filiados”, explicou.

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