Prefeitáveis “desfilam” no Parque do Povo e Tatiana é entrevistada pelo serviço de som do Codecom

Não importa qual banda ou cantor se apresenta no palco principal do Parque do Povo. Em ano de eleição, para os políticos, a principal atração do Quartel General do Forró de Campina Grande não é o artista que comanda a festa, mas o público que, aos milhares, lota o Parque.

Na noite de sábado, dois pré-candidatos a prefeito estiveram lá. O primeiro foi o deputado federal Romero Rodrigues (PSDB), que chegou acompanhado do vereador licenciado Jóia Germano (PRP), do vereador Tovar Correia Lima (PSDB) e do senador tucano Cássio Cunha Lima. Romero não negou a importância do contato direto com os campinenses nessa fase de pré-campanha.

“Parque do Povo e pré-campanha formam uma mistura fantástica porque a gente recebe a energia e o calor humano da população”, disse Romero.

Uma hora depois, foi a vez da deputada estadual Daniella Ribeiro (PP) chegar, acompanhada do irmão, ministro Aguinaldo Ribeiro, dos vereadores Fernando Carvalho (PT do B) e Laelson Patrício (PT), do deputado estadual e pré-candidato a prefeito de João Pessoa Luciano Cartaxo (PT) e do presidente do PT paraibano, Rodrigo Soares.

Ao contrário de Romero, Daniella não admitiu que o contato com o público tenha a motivação extra da pré-campanha. “Estamos aqui visitando os amigos, como costumeiramente fazemos todos os anos”, garantiu.

Apesar da negativa da pepista, é evidente que nenhum pré-candidato vai ao Parque do Povo apenas para ver uma quadrilha, dançar um baião ou comer milho assado. Vão lá seguindo o velho rifão que diz que “quem não é visto não é lembrado”. Romero e Daniella foram vistos, mas só Tatiana Medeiros (PMDB) foi ouvida.

A secretária de saúde foi entrevista no serviço de som do Codecom, que atinge parte do piso superior do Parque do Povo e, no geral, só executa músicas. Tatiana falou sobre as ações da sua pasta e a nova data prevista para inauguração do Hospital da Criança. Após sua fala, o radialista do Codecom declamou o slogan da prefeitura (“O trabalho não para e não pode parar”), tido como de duplo sentido por adversários da peemedebista.

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