INVENTÁRIO PARTIDÁRIO


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reconhece, até hoje, a existência de 27 partidos no Brasil, assim listados, por ordem de concessão do registro: Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), 1981; Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), 1981; Partido Democrático Trabalhista (PDT), 1981; Partido dos Trabalhadores (PT), 1982; Democratas (DEM), 1986; Partido Comunista do Brasil (PC do B), 1988; Partido Socialista Brasileiro (PSB), 1988; Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), 1989; Partido Trabalhista Cristão (PTC), 1990;

Partido Social Cristão (PSC), 1990; Partido da Mobilização Nacional (PMN), 1990; Partido Republicano Progressista (PRP), 1991; Partido Popular Socialista (PPS), 1992; Partido Verde (PV), 1993; Partido Trabalhista do Brasil (PT do B), 1994; Partido Progressista (PP), 1995; Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), 1995; Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), 1995; Partido Comunista Brasileiro (PCB), 1996. Segue a relação do TSE:

Partido Humanista da Solidariedade (PHS), 1997; Partido Social Democrata Cristão (PSDC), 1997; Partido da Causa Operária (PCO), 1997; Partido Trabalhista Nacional (PTN), 1997; Partido Social Liberal (PSL), 1998; Partido Republicano Brasileiro (PRB), 2005; Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), 2005; Partido da República (PR), 2006). Há, ainda, gente trabalhando para tentar criar novas legendas que, se oficializadas, devem fazer dobrar o número de partidos no país.

O mais famoso é o PSD, mas, conheça alguns outros que buscam registro: Partido Nacionalista Democrático (PND), que tem um curioso slogan: “Nem destros, nem sinistros; apenas brasileiros”; Partido Federalista (PF); Partido da Mulher Brasileira (PMB), que, por conta da legislação, terá que possuir homens em seus quadros; Partido do Esporte (PE); Libertários (Liber); E até um certo Partido Abrigo de Idéias Desenvolvimentistas Organizadoras Criativas Educativas e que promovam a União entre o povo Brasileiro (PAIDOCEU/BR).

Pátria Livre

O ex-deputado federal Walter Brito Neto, atualmente no PRB, recebeu convite para conhecer as propostas de uma outra nova legenda, Partido Pátria Livre (PPL), que, segundo dirigentes, deverá estar apto já para as disputas das eleições do ano que vem.

De esquerda

No entanto, de acordo com Eugênio Falcão, que deverá presidir o PPL na Paraíba, a legenda não aceitará figurões em seus quadros: “É um partido de esquerda, formado por frentes sindicais, como a CGTB, movimentos estudantis UNE e UBES e vários outros movimentos que nos uniu para construir um novo partido, uma nova ideologia”, explica.

Só no papel

Em 2009, o deputado federal Manoel Júnior (foto), hoje no PMDB, saiu do PSB e assinou a ata de criação do Partido Socialista Republicano (PSR), que acabou nunca vingando. De todo jeito, Manoel se livrou de ter seu mandato questionado com base na infidelidade.

Estratagema

Em sua fundação, o PSR teve o apoio de dezenas de deputados federais de todo o país, que, aproveitando-se da brecha na lei que permite migrar para um novo partido sem risco de perder o mandato, deixaram as legendas pelas quais foram eleitos. Como o PSR não vingou, todo mundo ficou livre para escolher outra sigla qualquer, sem nenhuma ameaça.

Em família

Após não conseguir se reeleger, o ex-deputado federal Armando Abílio, presidente estadual do PTB, deverá lançar a filha, Renata Abílio Bronzeado, candidata a vereadora em Esperança. A mulher de Armando, Rosa Bronzeado, é a vice-prefeita da cidade.

Relembrando

Em março passado, Abílio, Renata e Rosa foram personagens de uma reportagem do Diário da Borborema, que mostrou que a família estava despejando de um imóvel, pertencente ao ex-deputado, uma fundação que atendia, então, 16 idosos abandonados.

Versões

Armando alegava o aluguel estava atrasado, mas a diretora do abrigo afirmou que os pagamentos haviam sido entregues a Renata, e disse que o imbróglio ocorreu porque o ex-deputado queria reajustar o valor do aluguel e a entidade não podia arcar com o aumento.

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