UM POR UM - ANÁLISE DOS VEREADORES DE CAMPINA GRANDE CONFORME SEUS DESEMPENHOS NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2011

Laelson, Alcides e Raia são unanimidade: os menos atuantes

O semestre encerrou-se na Câmara Municipal com um grande debate, na última quarta-feira, provocado pelos próprios vereadores, sobre a atuação de cada um e o desempenho geral da Casa. Os parlamentares, que via de regra evitam a todo custo a autocrítica, resolveram lavar muita roupa suja de uma vez só, discutindo desde o controle de freqüência, que hoje é registrada por um sofrido (e pouco seguro ou confiável) livro de ponto, até a participação (ou a ausência) da maioria nos trabalhos ordinários e extraordinários.

Como a Câmara de Campina Grande não oferece dados efetivos e detalhados sobre a atuação parlamentar, a avaliação possível de ser feita é através da percepção diária do acompanhamento das atividades na Casa de Félix Araújo. Todavia, o comportamento dessa legislatura não é tão complexo a ponto de invalidar uma análise empírica, e, entre os profissionais que freqüentam o parlamento mirim, poucas são as divergências sobre o nível da atuação de cada vereador.

Conjugando-se os quesitos freqüência, pontualidade, participação nas discussões em plenário, apresentação de projetos e requerimentos, relevância dos projetos e atuação junto à imprensa, o Diário Político apresenta, a seguir, uma espécie de ranking da atuação parlamentar no primeiro semestre. Por ter assumido recentemente, Orlandino Farias (PMDB) fica de fora da análise.

Na ponta da tabela aparecem Olímpio Oliveira, Fernando Carvalho (ambos do PMDB), Antônio Pereira (PSB), João Dantas (PTN), Tovar Correia Lima (PSDB) e Cassiano Pascoal (PSL). O sexteto pode ser considerado o grupo mais atuante da Câmara. No bloco intermediário, aparecem Inácio Falcão (PSDB), Rodolfo Rodrigues (PR), Pimentel Filho (PMDB), Nelson Gomes Filho, Jóia Germano (ambos do PRP) e Ivonete Ludgério (PSB).

E, por fim, os menos atuantes: Marcos Raia (PDT), Laelson Patrício (PT do B) e Alcides Cavalcanti (PRP). Percorridos dois anos e meio desta legislatura, os três parecem ainda não ter tomado posse.

Publicado no Diário da Borborema deste domingo

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